Carlos Serrão

as minhas notas e página pessoal…

As coisas estranhas de uma Universidade…

| 9 Comments

Segunda semana de aulas no ISCTE-IUL…

A semana da recepção ao caloiro, que nem sequer me atrevo a comentar…

E depois as coisas mais estranhas que se encontram pelos corredores, como dá para comprovar pela foto.

Nota: de notar que muito provavelmente, esta não foi a coisa mais estranha que se encontrou por lá – não sei se recordam da magnifica planta que esteve no átrio central sem ninguém dar por ela.

Enfim, deve ser a “silly season”…

  • anónimo

    E tu deves ser um daqueles professores anti-sociais, que vai dar aulas pelo belo prazer de poder fazer trabalhar uns coitados que no fim vão acabar por xumbar. Daquelas pessoas pre-potentes que chama pre-potentes às pessoas que trabalham por aquilo em que acreditam com o simples objectivo de receber os novos colegas de curso.Serias capaz de por de lado a seriedade de todo um ano lectivo, uma única semana? Não? Pois é por isso que os que estão à frente da “Silly Season” tentam fazer.Secalhar se levasses toda essa situação mais “na boa” visses todo o trabalho que é preparar a Silly Season.PS – Eu nem sou do ISCTE, mas não podia deixar tal comentário passar em claro. As coisas que se encontram na internet …

  • Carlos Serrao

    Caro anónimo (cobarde?),só posso concluir que és um pouco (como hei-de dizer???) parvo…Em primeiro lugar, porque nem me conheces (porque dizes que não és do ISCTE), nem pessoalmente nem profissionalmente, e portanto não me podes acusar de nada.Em segundo lugar, porque não me viste tecer um comentário sequer às praxes nem à semana do caloiro.Em terceiro, porque apenas indago o facto de ter um estendal de cuecas no meio de uma Universidade.Em quarto, levas-me igualmente a concluir que deves ser dos que “trabalha”/”trabalhou” na preparação daquilo que chamas “receber os novos colegas de curso”, e por isso se achas que estás a prestar um serviço à tua Universidade ou aos teus colegas, acho bem e respeito isso. Mas deves igualmente respeitar os que discordam da tua opinião…Finalmente, se achas que não encontras nada de útil por aqui… faz-nos aos dois um favor… vai dar uma voltinha, cresce, e depois aparece com as ideias no lugar.Fica bem.

  • Nuno Teodoro

    Sr. anónimo, se andasses no ISCTE provavelmente sabias que no português moderno (ironia no moderno), xumbar escreve-se “chumbar” e pre-potente foi obviamente substituído por “prepotente”. Em bom português se tecem críticas…sérias.As coisas que se encontram na internet…

  • anónimo

    Caro Nuno, de certo que também não foste praxado. Pessoas como tu há muitas… “Escondem-se” atrás dos erros dos outros! É sempre mais fácil do que apresentar o seu ponto de vista sobre a situação. Portanto, se for para continuar a apontar os meus erros de português e não algo construtivo para o tema, sugiro que fique apenas pela leitura.Caro Sr. Carlos Otário, até na tua resposta ao meu comentário és incoerente. Primeiro dizes que não fazes nenhum comentário à praxe, mas depois já dizes que eu tenho de respeitar quem discorda da minha opinião. Lá está, agora podes sempre alegar que essa nem é a tua opinião, porque não foi isso que escreveste e bla bla bla, ficamos aqui para sempre a debater o dito do não dito.Acompanhava o teu blog há já algum tempo, concordando com umas coisas e discordando de outras. Mas conseguiste perder um leitor com este post. E como me perdeste a mim, espero que tenhas perdido todos aqueles que fazem/fizeram algo pela praxe. É mesmo muito fácil criticar a praxe, eu próprio critico aquelas praxes que aparecem na televisão, mas é muito dificil lutar por elas, que é algo em que muita gente acredita. As praxes que eu practico e ensino a praticar, essas não aparecem na televisão. E é à pala de gajos como tu que a imagem das praxes estão como estão.Sim, falo e escrevo mal português (ou então não tão mal, mas ‘tá-se bem), mas acredito e defendo a praxe tal como eu a conheço.Volto a apelar àqueles que seguem o blog e acreditam nas praxes, façam como eu e não leiam mais este blog.Há coisas que se encontram na internet muito melhores.

  • Carlos Serrao

    Caro anónimo (cobarde?),este é o último comentário teu que deixo passar aqui para o blog, até por que tu próprio não o vais ler, pois deixarás em breve de ler o meu blog. Ok, não posso dizer que tenha ficado muito triste… paciência… não se pode agradar a todo os trolls como tu que passam por aqui.Tu és de uma incoerência tal, que eu nem sequer ouso comentar… fiquei sem perceber se és a favor ou contra as praxes… estranho. Dizes que és contra as praxes que aparecem na televisão, mas a favor delas ao mesmo tempo?!? Bolas…Para que fiques a saber… não que eu ache que vais ler isto e perceber… mas fui praxado… podia não ter sido mais fui. Não foi mau de todo… nem me importei. Não sou contra as praxes… mas sou contra alguns dos abusos de algumas praxes. E sou adepto da liberdade… ou seja, se alguém não quiser ser praxado, está no seu direito.Se tu, e todos os que se identificam contigo e com a tua maneira de pensar, quiserem deixar de frequentar este “estaminé”, estejam à vontade… é algo que só depende de vós. Liberdade para escolher, acima de tudo…Acima de tudo, ainda ninguém me conseguiu foi explicar o que fazem (ou faziam) um rol de cuecas penduradas no ISCTE-IUL. E essa é que era a razão do post original. Alguém sabe???

  • João & Emanuel

    Carissimo Prof. Carlos SerrãoÉ com algum pesar que lhe informamos que nada sabemos relativamente ao motivo da exposição temática acima descrita. Contudo constatámos através do tacto que o tecido do material em questão é de qualidade indubitável e de bom gosto inquestionável.Subscrevemo-nos com consideração,João Felisberto e Emanuel Velho

  • Carlos Serrao

    ;-)Tive a oportunidade de verificar que tiveram o cuidado de verificar que atestaram a qualidade e o toque do tecido.

  • Maria J.

    Sou aluna no ISCTE .. Não fixei o que era em si (passei muito rápido pelas escadas) mas era um projecto do curso de markingt ou design, não me recordo..mas o objectivo era decorar um espaço de modo criativo e a atrair ao maximo a atenção.. e chamar a atenção para decorações/publicidade que não servem de nada e não atraem ninguém porque sáo vulgares… não ser como a tal planta que nem se notava (não conheço a dita mas percebi a comparação)… Ou seja, para o Carlos não ter percebido o que era é porque realmente deve pensar que os sapatos só servem para andar (e não para matar moscas, por exemplo)…. Será que aquilo é mesmo um estendal de roupa interior? Pense lá bem……..atenção para não queimar nenhum fusível……

  • Carlos Serrao

    aluna do ISCTE,deves ter queimado algum fusível para perceberes que os sapatos tb servem para matar moscas… confesso que a primeira coisa que me vem à mente quando quero matar uma mosca é tirar o sapato e pimba!!!… menos uma mosca no mundo. hilariante…nem sei porque inventaram o insecticida ou o mata moscas… com os sapatos é tão mais fácil!!!olha, e os iraquianos que lhes dão uma utilização ainda mais engraçada… fazer pontaria a presidentes americanos – mas aí lá se ia um segundo fusível.Maria,se o objectivo era decorar um espaço de modo criativo e chamar a atenção para isso, acho que o conseguiram. Aliás, a decoração teve tanto sucesso que depois de acabar aquela primeira semana típica de aulas, foi removida.Mas como diz, cumpriu o objectivo: chamou a atenção.boas aulas.

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