Carlos Serrão

as minhas notas e página pessoal…

Magalhito…

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Bem, à semelhança do meu amigo Tony, também eu tive a oportunidade de testar durante alguns minutos um dos novos Magalhães, com uma instalação da Caixa Mágica.

Apesar do curto espaço de tempo que estive em contacto com o “pequenito”, deu para perceber alguns dos aspectos mais positivos e negativos, deste pequeno computador, que vai ser usado pela larga maioria dos alunos do primeiro ciclo deste nosso “cantinho à beira mar plantado”.

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Em primeiro lugar, cabe-me dar os meus sinceros parabéns à equipa da Caixa Mágica pelo seu excelente trabalho, ao terem concebido um interface muito agradável para a utilização do dispositivo, e que penso será do agrado das criancinhas (não sei se envolveram as próprias crianças no desenvolvimento do mesmo, mas se o não fizeram, poderiam tê-lo feito).

Do ponto de vista da construção e dos materiais usados, também me parece ser um óptimo dispositivo. O primeiro aspecto que salta à vista é a robustez, um ponto muito importante, pois estamos a falar de crianças de tenra idade, e que não são assim tão cuidadosas com materiais mais sensíveis (esta é a minha percepção, mas precisava de ver efectivamente uma criança a usar o “bicho” durante uma semana ou duas para perceber até onde vai a durabilidade do mesmo).

Outro aspecto muito importante foi a boa escolha das cores. No teclado existem diversas gamas de cores que ajudam, e muito, a identificar áreas-chave do mesmo. Para além disso, o esquema de cores utilizado dá um aspecto muito divertido ao mesmo, e diversão é uma palavra-chave para crianças desta idade.

O écran é igualmente uma muito boa surpresa. Apesar das suas pequenas dimensões, a qualidade e a resolução do mesmo são muito boas. Fiquei surpreso, confesso.

Um aspecto menos positivo é o tamanho do teclado e das teclas, pelo menos para mim. As teclas são de dimensões muito reduzidas e torna-se muito difícil escrever correctamente com as mesmas. Mas como é óbvio, o teclado não foi feito a pensar nas nossas mãos e dedos de adultos, mas sim a pensar nas crianças. Como tal é difícil perceber, se este é um ponto verdadeiramente negativo.

Outro ponto menos positivo é o peso. Parece-me (e aqui realço a palavra “parece-me”) que é “pesadote”. Se o objectivo é fazer com que as crianças andem com o “Magalhães” de casa para a escola e vice-versa, e se somar-mos o peso do mesmo o peso do restante material que as mesmas têm que carregar diariamente, este pode ser um problema – ainda por cima numa altura em que tanto se fala do excesso de peso que os nossos alunos têm que transportar dentro das suas mochilas.

Estas são para já as minhas primeiras impressões muito rápidas do contacto com o “Magalhães”. Espero ter a oportunidade de o testar com maior afinco num futuro próximo.

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