Carlos Serrão

as minhas notas e página pessoal…

Eu e o .Net 2.0

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Estou a fazer um curso de Microsoft .Net 2.0

Por diversos motivos, mas os mais importantes são:

– Porque é gratuito, no decorrer de uma acção de formação da Microsoft para docentes Universitários;
– Porque é uma boa oportunidade para actualizar os conhecimentos de programação em novas tecnologias e paradigmas;
– E porque sim.

Esta acção de formação está a ser leccionada pelo Centro de Cálculo do ISEL e está a correr muito bem. Tem a duração de uma semana, que está a chegar ao fim.

Esta formação está a ser muito interessante, e até mesmo para alguém que já tem alguma (não muita) experiência em .Net 1.0, está a valer a pena.

E devo dizer-vos que dou a “mão à palmatória”, o .Net é uma framework de desenvolvimento muito poderosa e com imensas funcionalidades, que aliado ao Microsoft Visual Studio 2005 dão expressão a uma velocidade de desenvolvimento espantosa.
Estou igualmente boquiaberto com o .Net ASP 2.0, e com as funcionalidades que se encontram disponíveis para o desenvolvimento de aplicações web-based, pelo menos as que utilizam o stack completo da Microsoft.

Acho que devemos e podemos ser críticos em determinadas alturas com empresas como a Microsoft pela sua posição dominante no mercado, mas por outro lado devemos igualmente apludir as boas iniciativas e os bons produtos – e este é sem dúvida, um deles.
Fala-se do Mono, e do suporte .Net para plataformas não Microsoft… mas será que estão à altura? A questão é muito simples e pode medir-se muito facilmente. Basta construir uma aplicação muito simples a partir do Visual Studio e depois tentar corrê-la com o Mono. Por experiência própria, não é uma tarefa simples. Espero que os recentes acordos entre a Novell e a Microsoft possam contribuir para dar um empurrão grande ao Mono e ao suporte oferecido pela plataforma .Net. Seria igualmente “ouro sobre azul” ter um bom IDE para sistemas não-Microsoft.

Ao longo de todos estes anos tive que trabalhar com diversas linguagens de programação: quando tomei contacto com os computadores foi o BASIC para o ZX Spectrum. Quando ingressei na faculdade, foi preciso aprender “C”, e mais tarde “C++”. Mais tarde houve ainda tempo para aprender LISP e PROLOG. Quando ingressei na ADETTI, o leque de linguagens de programação alargou-se e começei a trabalhar em Visual C++ e depois em Java (fui a primeira pessoa aqui do ISCTE a usar Java). Mais tarde apareceu a minha paixão pelo PHP, e depois cruzei-me com o .Net C#. Ao longo deste tempo todo, acho que o Microsoft .Net está aima de qualquer outras das linguagens – pelo menos em tempo de desenvolvimento .

E vocês, o que pensam do .Net?

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